'Foi assim que Crispín se despediu do meu primo': Cachorro faz todo mundo chorar ao dar o último adeus ao seu amigo
Por Larissa Soares em CãesO amor e a lealdade de um cachorro por seu tutor são inquestionáveis, muitas vezes ultrapassando a vida nesse plano.
Crispín, um cãozinho do Peru, emocionou a todos ao se despedir de forma comovente do seu tutor.
No início deste mês de março, amigos e familiares se reuniram para o funeral de Jacinto, um homem muito querido por sua comunidade.
Mas entre os presentes, um convidado especial chamou muita atenção: Crispín, o cachorrinho.
Durante o velório, o cão permaneceu ao lado do caixão até o último instante, demonstrando uma devoção impressionante.
Segundo a prima de Jacinto, Natalia, Crispín nunca saiu de perto do tutor enquanto ele esteve doente, e sua presença no enterro reforçou o amor incondicional que sempre existiu entre os dois.
“Foi assim que Crispín se despediu do meu primo”, escreveu ela em uma publicação que viralizou nas redes sociais. “O melhor amigo do homem até o fim.”
Veja o vídeo:
O vídeo foi visto mais de 5,3 milhões de vezes no TikTok e recebeu 265,2 mil curtidas.
A cena comoveu a todos, pois Crispín parecia compreender a partida de seu grande amigo.
“Lindo o Crispim. Melhor amigo do ser humano. Tadinho, ficou sem seu dono, mas tenho certeza que irão cuidar bem dele”, comentou uma internauta.
“O amor mais puro que existe. Sem interesses, apenas amor”, observou outra.
“Esse sim é o verdadeiro amigo do homem. Um sentimento sincero”, disse mais um.
A lealdade que ultrapassa o tempo
Assim como Crispín, outros cães também já se recusaram a se separar de seus tutores, mesmo após a morte.
Um caso que marcou o Brasil foi o de Branco, um cãozinho sem raça definida que viveu no interior de Santa Clara do Sul, no Rio Grande do Sul.
Branco e seu tutor, Ademar Seidel, tinham uma relação inseparável. O cãozinho o acompanhava todos os dias na roça, compartilhando momentos simples, mas cheios de afeto.
No entanto, quando Ademar faleceu, Branco entrou em um luto profundo e, por três anos consecutivos, visitou o túmulo de seu tutor diariamente.
Sentado ao lado da lápide, ele parecia esperar pelo amigo que nunca mais voltaria.
A devoção de Branco comoveu a comunidade e, após sua morte, sua história foi eternizada de uma maneira emocionante.
Uma estátua foi esculpida em sua homenagem, garantindo que seu amor por Ademar nunca fosse esquecido.
A escultura, feita pelo artista Rogério Bertoldo, capturou cada detalhe do cãozinho e simboliza a lealdade eterna entre os dois.
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